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Com Renan em Brasília, CPI da Braskem avança e partidos indicam senadores
Aleição do presidente e do vice-presidente da CPI, além do relator, deve ocorrer já na próxima semana.
Diante do risco de colapso das minas de sal-gema em Maceió, a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem começou a ganhar força nos bastidores do Senado Federal, com as primeiras indicações.
Além de Renan Calheiros (MDB-AL), que tem pressionado pela instalação da CPI, outros membros foram indicados para participar do colegiado: Efraim Filho (União-PB), Cid Gomes (PDT-CE), Omar Aziz (PSD-AM), Jorge Kajuru (PSB-GO), Eduardo Gomes (PL-TO) e Wellington Fagundes (PL-MT). Como suplentes, o PL indicou Magno Malta (ES) e o MDB indicou Fernando Farias (AL).
O requerimento exige a nomeação de 11 senadores titulares e sete suplentes, o que é suficiente para agendar a reunião de instalação do colegiado, na qual serão eleitos o presidente e o vice-presidente. Caberá a este designar o relator.
De acordo com o senador Renan Calheiros, essa primeira etapa será cumprida na próxima terça-feira (12/12) ou quarta (13), mas os trabalhos da comissão de inquérito só começarão em fevereiro de 2024.
Uma ala dos governistas considera que a CPI pode ampliar a crise em Alagoas, o que afeta a política local, e há receio de que a situação respingue na Petrobras, que possui participação na Braskem ao lado da Novonor, e que isso também dificulte a negociação da venda da petroquímica que está em curso.
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