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Portaria da PC cria unidades especializadas para investigar homicídios em União dos Palmares e região
A Portaria Nº 607/2025 reorganiza a investigação de homicídios e desaparecimentos no estado, com foco em uma resposta mais rápida e eficiente nas cidades da região

A Polícia Civil do Estado de Alagoas (PCAL) publicou a Portaria/PCAL Nº 607/2025, com o objetivo de otimizar e descentralizar a investigação de homicídios, tanto consumados quanto tentados, e também a busca ativa de pessoas desaparecidas. A medida busca aumentar a eficiência das investigações e melhorar o tempo de resposta das equipes responsáveis pela apuração desses crimes.
A nova regulamentação, assinada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Gustavo Xavier do Nascimento, determina uma reorganização das unidades de investigação de homicídios no estado, criando coordenações específicas para a Região Metropolitana e para o interior. A estrutura contará com coordenações de homicídios, além de um setor dedicado ao desaparecimento de pessoas.
A Região Metropolitana de Maceió terá 11 unidades de investigação, responsáveis por apurar homicídios nos bairros da capital e cidades vizinhas, como Rio Largo e Messias. A divisão segue até as áreas mais periféricas, cobrindo locais como o Benedito Bentes, Antares e Vergel do Lago, além de outros bairros importantes.
No interior, a estrutura também será ampliada, com 12 unidades cobrindo municípios de diversas regiões. Para a 11ª Região, foram incluídos os municípios de União dos Palmares, São José da Laje, Murici, Branquinha, Ibateguara e Santana do Mundaú. A criação dessas unidades visa garantir uma abordagem mais rápida e eficaz para os homicídios ocorridos em localidades mais afastadas da capital.
Além disso, a portaria estabelece a criação da Coordenação de Pessoas Desaparecidas, que será responsável por coordenar as investigações relacionadas ao desaparecimento de pessoas, mantendo um banco de dados integrado, monitorando os casos e promovendo ações em parceria com outros órgãos públicos e privados para localizar desaparecidos.
A nova estrutura também prevê que, sempre que ocorrer um homicídio, uma Unidade de Atendimento de Local de Crime (UALC) se desloque ao local para realizar levantamentos preliminares, a fim de garantir que as investigações tenham início de forma rápida e eficiente. A medida determina ainda que os casos de homicídios sejam redistribuídos conforme a nova organização territorial.
A coordenação será responsável por manter e atualizar um banco de dados, além de estabelecer parcerias com outros órgãos públicos e privados, como o Instituto Médico Legal (IML) e ONGs, para ampliar as possibilidades de sucesso na localização de desaparecidos.
Clique aqui e confira o documento na íntegra (páginas 79, 80 e 81).
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