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Em meio a boatos, Carlos Gonçalves nega rumores de renúncia ao cargo de prefeito de Rio Largo

Gestor e seu vice utilizaram as redes sociais para dizer que é boato documento assinado que os fariam renunciar

Prefeito e vice negam que irão renunciar; boatos só aumentam nas redes sociais - Fotos: Reprodução

Com um número crescente de boatos sobre a relação entre o ex-prefeito e o atual de Rio Largo, que vão desde supostas ameaças de Gilberto Gonçalves (PP) a renúncia de Carlos Gonçalves como gestor, o atual mandatário do município resolveu se pronunciar nas redes sociais já avisando que nem ele e nem seu vice, Peterson Henrique, irão renunciar.

E foi neste domingo (16) que Carlos negou os rumores sobre supostas cartas de renúncia dele e do vice-prefeito Peterson Henrique, Diante das especulações, o prefeito foi as redes sociais desmentir as informações e, segundo sua assessoria, reafirmar o compromisso com a população.

“Estão circulando mentiras e histórias caluniosas envolvendo o que temos de mais precioso: a confiança do nosso povo e a legitimidade da nossa gestão. Por isso, estamos aqui, à disposição de nossa gente, para esclarecer tudo. Reforçamos que nem eu, prefeito Carlos, nem o nosso vice-prefeito, Peterson Henrique, assinamos documento de renúncia e nem assinaremos”, declarou o prefeito.

O vice-prefeito Peterson Henrique também se manifestou, destacando o compromisso da gestão com os riolarguenses: “Nosso compromisso é com o povo de Rio Largo que confiou em nossa palavra, que iremos honrar sempre com muito trabalho”, afirmou.

Carlos e Peterson foram eleitos e empossados no dia 1° de janeiro deste ano e desde então, várias histórias circulam nas redes sociais e em sites de notícia, desde a nomeação do ex-prefeito Gilberto Gonçalves para um cargo de "supersecretário" a conflitos envolvendo os vereadores aliados, uma suposta ameaça de sequestro contra a mãe do prefeito e agora, de renúncia coletiva. 

Em caso de renúncia, o atual presidente da Câmara de Vereadores assumiria o Executivo interinamente por 90 dias e convocaria novas eleições.