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Ato contra feminicídio reúne movimentos e sociedade civil em Alagoas após onda de violência
Mobilização na Praça Deodoro exige justiça por vítimas e políticas públicas efetivas
Diante do crescimento alarmante de feminicídios em Alagoas, movimentos feministas e entidades da sociedade civil realizam nesta quinta-feira (12), às 8h30, um ato público na Praça Deodoro, em frente ao Tribunal de Justiça, no Centro de Maceió. A mobilização, organizada pela Frente Feminista de Alagoas com apoio do Observatório Alagoas da Igualdade de Gênero, surge como resposta a uma sequência de crimes brutais:
✔ Mulher esfaqueada pelo ex-companheiro no campus da Uneal (Arapiraca)
✔ Adolescente morta em Rio Largo
✔ Mãe e bebê assassinadas em Maceió
✔ Major aposentado da PM que matou família o filho e o ex-cunhado (Prado)
Os casos recentes se somam a uma lista trágica que inclui Anna Cecillya (9 anos), Vany Barbosa, Luíza Andrade, Marcela Valentina (mulher trans) e Ana Beatriz (estudante do Ifal) – todas vítimas de violência de gênero em 2024.
Para Mariana Goulart, da Marcha Mundial das Mulheres, a situação exige ações imediatas: "É preciso cobrar políticas de assistência e segurança nas instituições de ensino".
Já Thayná Martiniano, do Coletivo Ana Montenegro, denuncia a omissão do poder público: "Estamos firmes na luta por uma vida digna e segura".
A professora Jamile Ferro (Movimento Olga Benario) reforça: "Basta! Não aceitamos mais uma vida de violência".
O Observatório Alagoas de Igualdade de Gênero, representado pela professora Andrea Pacheco, destaca a importância da mobilização: "Além de pesquisas, atuamos nas ruas para pressionar por políticas públicas".
A Ufal terá participação massiva de professoras, técnicas e estudantes, evidenciando o papel das instituições acadêmicas no enfrentamento à violência.
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