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Procon Alagoas identifica grande variação de preços de pescados e produtos de Páscoa em Maceió
Levantamento feito pelo Procon Alagoas em estabelecimentos da capital Maceió orienta consumidores para compras durante a Semana Santa
Com a proximidade da Semana Santa, período marcado pelo aumento no consumo de pescados e outros produtos tradicionais, o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas (Procon-AL) realizou uma pesquisa de preços em diversos estabelecimentos comerciais da capital Maceió para orientar os consumidores antes das compras.
A fiscalização ocorreu em supermercados, peixarias, mercados públicos e lojas especializadas localizadas em bairros como Jaraguá, Pajuçara, Farol, Centro e na área do Mercado da Produção. Durante a ação, além de registrar os preços praticados, os fiscais também verificaram as condições de armazenamento dos produtos, prazos de validade, integridade das embalagens e a clareza das informações repassadas ao consumidor.
No setor de pescados, os técnicos identificaram diferenças significativas de valores entre os estabelecimentos. A tilápia inteira foi encontrada com preços variando entre R$ 17 e R$ 35. Já espécies como cavala e arabaiana apresentaram valores entre R$ 40 e R$ 65. O camarão, bastante procurado nesse período, pode alcançar até R$ 130 o quilo, dependendo do tamanho e da qualidade.
Entre os produtos importados, o bacalhau aparece como um dos itens mais caros, com preços que podem ultrapassar os R$ 300 por quilo em alguns pontos de venda.
A pesquisa também analisou os valores dos ovos de Páscoa, que apresentaram ampla variação. Foram encontradas opções a partir de R$ 54,90, podendo chegar a cerca de R$ 169,99 conforme a marca, o peso e os itens adicionais.
No caso das bebidas, os vinhos de 750 ml registraram preços entre R$ 13,48 e R$ 242, abrangendo desde rótulos mais acessíveis até opções importadas.
Segundo o diretor-presidente do Procon Alagoas, Daniel Sampaio, a pesquisa tem como principal objetivo ajudar a população a fazer escolhas mais conscientes. “Nosso objetivo é orientar a população para que possa comparar preços e fazer escolhas mais conscientes. Em períodos de grande procura, como a Semana Santa, é comum ocorrerem variações significativas de valores, por isso é importante pesquisar antes de comprar”, destacou.
O órgão também reforça que os consumidores devem observar o prazo de validade, as condições de conservação dos alimentos e exigir sempre a nota fiscal. O direito à informação clara e adequada é garantido pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), que também protege contra práticas abusivas no comércio.
Em caso de irregularidades, o consumidor pode procurar o Procon por meio do telefone 151, pelo WhatsApp (82) 98883-7586 ou realizar atendimento presencial mediante agendamento no site do órgão.
Confira a pesquisa abaixo
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