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Em rede nacional, advogada cobra Justiça no caso Maria Daniela e aponta suspeita de crime coletivo
Júlia Nunes afirma que há indícios de tentativa de feminicídio, enquanto defesa da família levanta possibilidade de participação de mais envolvidos
O caso da jovem Maria Daniela voltou a repercutir em todo o país após declarações da advogada Júlia Nunes durante reportagem exibida no programa Domingo Espetacular. Em rede nacional, a defensora apresentou um posicionamento firme sobre a gravidade do crime ocorrido em dezembro de 2024, em Coité do Nóia, no interior de Alagoas.
Durante a entrevista, Júlia Nunes classificou o caso como extremamente grave e apontou indícios de que a situação pode envolver mais de uma pessoa, além do principal suspeito.
"Estou convencida de que se trata de um caso de tentativa de feminicídio e um estupro coletivo. (Cabrini: quem mais teria participado desse suposto estupro coletivo?) Quem está ajudando a escondê-lo. (Estamos falando de quantas pessoas?) De no mínimo três. Eu tenho certeza que Vitinho Bruno participou e que, ele estar foragido hoje, faz com que proteja outros indivíduos. Talvez, ele nem queira proteger, mas todo sistema está se envolvendo para fazer com que ele não seja pressionado a falar a verdade", disse.
Segundo a advogada, o fato de o suspeito permanecer foragido levanta questionamentos sobre possíveis tentativas de ocultar informações que poderiam esclarecer completamente o caso. Ela também reforçou a necessidade de aprofundamento das investigações para identificar todos os envolvidos.
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