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Cantor entra na “lista suja” do trabalho análogo à escravidão e chama atenção pelo patrimônio
Amado Batista aparece entre nomes ligados a irregularidades, mas defesa afirma que pendências foram resolvidas
O cantor Amado Batista teve o nome relacionado à chamada “lista suja” do trabalho análogo à escravidão, o que gerou repercussão. A relação reúne empregadores ligados a irregularidades trabalhistas.
Além da carreira musical, o artista se destaca como grande produtor rural, com fazendas voltadas à criação de gado e cultivo de grãos. O patrimônio é estimado em cerca de R$ 1 bilhão.
Segundo a equipe jurídica, eventuais irregularidades já foram sanadas. A defesa também afirma que parte das propriedades citadas não pertence ao cantor, sendo apenas áreas arrendadas.
O caso reacende o debate sobre fiscalização no campo e a responsabilidade de grandes produtores diante das normas trabalhistas no Brasil.
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