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Autoridades alertam para riscos do caramujo africano em Alagoas

Espécie invasora pode transmitir doenças e exige cuidados na remoção

O caramujo africano representa um problema de saúde pública - Fotos: Carla Cleto/Ascom Sesau

Originário do Leste da África, o caramujo africano preocupa autoridades de saúde por ser espécie invasora no Brasil e associado à transmissão de doenças como meningite eosinofílica e angiostrongilíase abdominal, alerta a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Em Alagoas e em ao menos 23 estados, o molusco é encontrado em áreas de clima quente e úmido, como quintais, hortas, jardins e terrenos baldios, com maior proliferação em regiões urbanas e periurbanas.

Segundo a bióloga da Sesau, a remoção pode ser feita manualmente com uso de EPIs, como luvas e botas. Os animais devem ser recolhidos em recipiente, com uso de água sanitária e descarte correto após 24 horas.

Após contato, é importante observar sintomas como febre e mal-estar. Crianças, idosos e imunossuprimidos são mais vulneráveis e devem buscar atendimento em unidade de saúde mais próxima para avaliação e tratamento.