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Advogado com nanismo é reprovado novamente em concurso da PCMG
FGV considerou candidato inapto em exames biofísicos; caso já teve decisão do STF e segue sub judice
O advogado com nanismo Matheus Matos Menezes, de 25 anos, foi reprovado novamente no concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A Fundação Getúlio Vargas (FGV) o considerou inapto em exames biofísicos e biomédicos.
Ele já havia sido reprovado no Teste de Aptidão Física (TAF), quando denunciou discriminação e acionou a Justiça. A decisão foi anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), permitindo nova realização do teste no mesmo concurso.
Atualmente, o caso segue sub judice. O resultado preliminar foi divulgado em 15 de maio, com recursos entre 18 e 20 de maio. Os exames foram aplicados em 26 de abril. A banca não informou em qual etapa ocorreu a nova eliminação.
Em março, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, anulou o TAF por violação da ADI 6.476. O candidato afirmou: "Eu decidi fazer essa denúncia para dar voz aos nossos direitos, que foram desrespeitados.”
Na primeira fase, ele relatou eliminação em salto de 1,65 m após outras etapas. O g1 não obteve retorno. A FGV disse seguir o edital e a PCMG afirmou que o TAF verifica aptidão. O Instituto Nacional de Nanismo criticou o caso.
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