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Advogada defende igualdade no acesso à Justiça para vítimas de violência contra a mulher em Alagoas
Em entrevista nesta terça-feira (16), Julia criticou diferenças no tratamento de casos e cobrou respostas para crime ocorrido em Coité do Nóia
A advogada Julia Nunes defendeu a ampliação da igualdade no atendimento às mulheres vítimas de violência em Alagoas. A declaração foi feita durante entrevista ao portal O Alagoano nesta terça-feira (16/6).
Segundo ela, o principal desafio é garantir que todas as vítimas tenham acesso aos mesmos direitos, independentemente de condição social, raça, posição política ou situação financeira.
"O meu sonho hoje é que independente de cor, de raça, de condições financeiras ou também de política, uma mulher seja atendida dentro de uma delegacia e julgada dentro do judiciário de forma isonômica, igualitária", afirmou.
Durante a entrevista, a advogada citou o caso de Maria Daniela, ocorrido em Coité do Nóia, e questionou a demora na localização do suspeito apontado no processo.
"Então o meu sonho é por isonomia, é por igualdade e que todas as mulheres tenham acesso aos poderes e à justiça de forma igualitária", concluiu Julia Nunez.
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