» Sociedade
Fissura labiopalatina exige cuidado precoce e acende alerta às famílias
Tratamento vai além da cirurgia e precisa envolver fala, alimentação, audição, saúde emocional e inclusão social
No Brasil, cerca de 5 mil crianças nascem por ano com fissura labiopalatina, condição que afeta lábio, céu da boca ou ambos.
O cuidado precisa começar cedo, pois a fissura pode prejudicar alimentação, respiração, fala, audição, dentes e autoestima.
O tratamento exige equipe multidisciplinar, com cirurgia, fonoaudiologia, odontologia, psicologia, pediatria e apoio familiar.
No Nordeste e em Alagoas, ampliar diagnóstico e acesso ao SUS é decisivo para evitar sequelas e garantir inclusão.
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