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Banco Central eleva previsão do PIB, mas juros ainda freiam o bolso

Estimativa de crescimento sobe para 2% em 2026, puxada por atividade mais forte, agropecuária e indústria extrativa

Fachada do Banco Central do Brasil com bandeira nacional e gráficos do mercado financeiro. - Fotos: IA Generativa

O Banco Central elevou de 1,6% para 2% a previsão do PIB em 2026, após surpresa positiva no 1º trimestre.

A revisão considera maior fôlego da agropecuária, da indústria extrativa, do consumo das famílias e dos investimentos.

Apesar do avanço, a Selic segue em 14,25%, e juros altos ainda podem frear crédito, empresas e compras no país.

No Brasil e em Alagoas, o dado sinaliza mais atividade econômica, mas inflação e renda seguem no radar das famílias.