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Número de mortos na Venezuela sobe para 1.719 e cerca de 50 mil pessoas seguem desaparecidas
Governo Venezuelano segue trabalhando no resgate de sobreviventes dos terremotos que atingiram o país na última quarta-feira (24)
Seis dias após os dois terremotos que devastaram a Venezuela, autoridades do país sul-americano e voluntários seguem trabalhando no resgate de sobreviventes entre os escombros dos prédios que desabaram em decorrência dos tremores. Os dois abalos sísmicos foram sentidos no dia 24 de junho, um seguido do outro.
Nas redes sociais, imagens de resgates acendem a esperança em meio ao caos que vive o país. A última atualização de dados aponta 1.719 mortos, 5.034 feridos e cerca de 50 mil pessoas desaparecidas.
Segundo o governo venezuelano, os terremotos causaram o desabamento de quase mil edifícios, dificultando o processo de resgate em meio a muitas construções ruídas. Mediante o tamanho da destruição local, autoridades sugerem que o número real de vítimas pode ser muito maior do que encontrado até agora.
Na manhã de segunda-feira (29), um novo terremoto atingiu o país, desta vez em escala 4,6 de magnitude. O novo tremo atingiu as regiões mais afetadas na semana passada, mas não há indicativos de que tenha piorado a situação. Apesar do susto, os resgates já foram retomados no local.
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