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“Certamente, sim”: serial killer de Maceió diz que continuaria matando se não fosse preso

Albino Santos de Lima falou sobre os crimes em entrevista concedida na prisão; condenações superam 200 anos

Albino dos Santos - Fotos: Reprodução/TV RECORD

Albino Santos de Lima afirmou que continuaria matando caso não tivesse sido preso. A declaração foi exibida pelo programa Doc Investigação, da Record, nessa quinta-feira (20/8), durante entrevista conduzida pela jornalista Thais Furlan.

Questionado se se considerava um serial killer, Albino respondeu: “De certa forma, sim”. Ele responde por 18 mortes em Maceió e acumula condenações que ultrapassam 200 anos de prisão.

A reportagem apontou que o criminoso acompanhava possíveis vítimas pelas redes sociais e mantinha registros relacionados aos casos. A maioria dos alvos era formada por pessoas jovens, especialmente mulheres entre 13 e 25 anos.

O documentário também apresentou depoimentos de familiares, sobreviventes e investigadores. Parentes contestaram as declarações usadas por Albino para tentar associar algumas vítimas a atividades criminosas.

Segundo a produção, a análise do celular do preso e uma denúncia feita por uma moradora foram decisivas para relacioná-lo aos homicídios. Albino permanece custodiado em uma cela isolada.