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Defesa de armas nucleares e hiperfoco em facções; saiba como foi a participação de Renan Santos no JN

O candidato do partido Missão participou da Sabatina do Jornal Nacional nesta quarta-feira (26)

Renan Santos na Sabatina do Jornal Nacional - Fotos: Reprodução/TV Globo

Candidato pelo Partido Missão à Presidência da República, Renan Santos participou, nesta quarta-feira (26), da Sabatina do Jornal Nacional para as eleições de 2026, sendo entrevistado por César Tralli e Renata Vasconcellos.

Com 40 minutos para responder os jornalistas e mostrar sua proposta de campanha, a sabatina de Renan ficou em volta do tema de segurança pública. Sem planos específicos para o combate a violência contra as mulheres ou crianças, Renan Santos focou seu projeto no combate as facções criminosas.

Ainda em segurança pública, o candidato afirmou que o Brasil precisa ter uma bomba atômica e que, no momento certo, o Brasil poderia sair do tratado internacional de não proliferação de armas. Até hoje o único país que se retirou deste tratado foi a Coreia do Norte.

Nos poucos momentos que saiu do eixo de segurança, Renan falou sobre a dívida pública, afirmando ser necessário barrar a velocidade do seu crescimento e criar liberdade para os investimentos dos municípios, de acordo com as suas necessidades.

Em outro eixo, voltado ao desenvolvimento da sociedade, Renan apontou a necessidade de desfavelização do Brasil, porém não pôde aprofundar a explicação no tema devido ao tempo determinado para a sabatina. Em sua defesa de campanha, Renan falou sobre declarar guerra ao crime organizado, investir no nordeste e transformar o Brasil em um grande canteiro de obras e desenvolvimento.