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SUS amplia teleatendimento psicológico para mulheres; veja como solicitar
Serviço oferece consultas remotas com psicólogas para mulheres em situação de violência e familiares responsáveis por cuidados
Mulheres em situação de violência e familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras podem solicitar atendimento psicológico remoto pelo Meu SUS Digital. O Acolhe Mais oferece 100 mil teleatendimentos mensais no país.
A iniciativa começou em março como projeto-piloto no Recife e no Rio de Janeiro, inicialmente voltado a mulheres em situação de violência. Agora, o serviço está disponível em todo o Brasil e inclui mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que desempenham atividades de cuidado.
As consultas são feitas por psicólogas capacitadas para atendimento virtual e identificação de situações de risco. Cada usuária pode realizar até dez sessões e, quando necessário, iniciar um novo ciclo. Também poderá haver encaminhamento para um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h. Após a solicitação, a equipe entra em contato em até 24 horas para a escolha da data e do horário. A usuária recebe lembretes e o link da teleconsulta.
Veja o passo a passo para solicitar
• Acesse o aplicativo Meu SUS Digital;
• Clique na opção “Miniapps”;
• Selecione “Acolhe Mais + – Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres”;
• Na plataforma da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), preencha o cadastro;
• Informe se vive ou já viveu situação de violência ou se cuida de pessoa com deficiência, transtorno do neurodesenvolvimento ou doença rara;
• Aguarde o contato da equipe, que ocorrerá em até 24 horas;
• Escolha a data e o horário disponíveis para a consulta;
• No dia agendado, acesse o link enviado para entrar na teleconsulta.
O serviço remoto não substitui atendimentos de emergência. Em situações de risco imediato, devem ser acionados a Polícia Militar, pelo 190, ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo 192. Casos de violência contra a mulher também podem ser denunciados pelo Ligue 180.
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