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Documentos em nome de empresário morto teriam sido usados para sacar R$ 144 mil da Laginha
Papéis apresentados anos após a morte de Oswaldo Crocce teriam permitido a liberação do crédito, pago por PIX em 2025
Uma ação judicial questiona documentos que teriam sido usados para transferir e sacar R$ 144.899,31 da massa falida da Laginha Agro Industrial. Os papéis aparecem em nome de um empresário que morreu em 2016.
Oswaldo Crocce era proprietário da Vulcanização Nordeste Ltda., que possuía um crédito de R$ 144,9 mil no processo de falência da Laginha, em tramitação em Coruripe. Segundo a ação, o empresário morreu em 7 de maio de 2016.
De acordo com o processo, documentos apresentados em 2025 indicavam que o crédito havia sido transferido para outra pessoa. Um deles teria sido assinado em janeiro daquele ano, apesar de Crocce estar morto havia quase nove anos.
A ação afirma ainda que as assinaturas tiveram reconhecimento de firma em fevereiro de 2025. Com os documentos, o valor foi liberado no processo e pago por PIX em maio do mesmo ano. A filha do empresário contesta a autenticidade dos papéis.
A autora pediu a devolução do dinheiro e o bloqueio de valores do beneficiário. A Justiça concedeu medida de urgência e determinou a citação do réu. O caso ainda está em análise, sem decisão final sobre eventuais responsabilidades.
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