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VÍDEO: Corpóreo celebra a brasilidade e transforma a Bienal do Livro de Alagoas em palco da diversidade

Evento produzido por alunos da Ufal destacou a dança como expressão de identidade, inclusão e cultura popular

Corpóreo transforma a Bienal do Livro de Alagoas em palco da brasilidade - Fotos: Gustavo Lopes/O Alagoano

Entre os dias 5 e 7 de novembro, o Centro de Convenções de Maceió foi tomado por cores, ritmos e movimentos que celebraram a pluralidade do corpo e da cultura brasileira. O Corpóreo, evento que integrou a programação oficial da Bienal do Livro de Alagoas, levou ao público oficinas, apresentações e vivências que transformaram a dança em linguagem de expressão, inclusão e brasilidade.

Produzido pelos alunos do terceiro módulo do Curso Técnico em Dança da Escola Técnica de Artes (ETA) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o projeto propôs um mergulho nas diversas manifestações culturais do país, explorando estilos e tradições que dialogam com o tema central deste ano: “Saberes e Fazeres em Danças Étnicas na Contemporaneidade”.

“Estar na Bienal, ao lado de tantos eventos importantes, é uma grande satisfação. O Corpóreo propõe ao público um mergulho nas danças étnicas e na diversidade que compõe o Brasil. Tivemos, por exemplo, uma oficina de dança cigana que foi muito bem recebida. O Corpóreo é isso: a universalidade, o multicultural, a brasilidade”, destacou a professora Ana Clara Oliveira.

O evento contou com a presença de artistas e coreógrafos renomados, como Edu Passos, Ângela Cheirosa, Joelma Ferreira, Natacha Gallucci, Kamilla Mesquita e Nadir Nobregar, que compartilharam suas experiências e reforçaram o papel da dança como ferramenta de transformação social.

Confira a reportagem na íntegra: