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Justiça do Trabalho alerta sobre combate e punições para o assédio eleitoral em empresas

Prática abusiva busca coagir o voto dos trabalhadores e pode gerar demissões e indenizações

Tribunal Superior do Trabalho (TST) - Fotos: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Justiça do Trabalho faz um alerta para coibir o assédio eleitoral nas empresas, prática que usa o poder patronal para coagir ou pressionar o voto livre dos empregados.

Conforme levantamento da Agência Brasil, a conduta é ilegal e pode resultarem em severas indenizações por danos morais, sanções penais e rescisão indireta dos contratos.

Exemplos dessa irregularidade incluem promessas de benefícios financeiros em troca de voto, obrigatoriedade de participação em atos políticos e ameaças de demissão.

As denúncias de coerção no ambiente corporativo podem ser encaminhadas ao TST, CSJT ou Ministério Público do Trabalho, com garantia de sigilo para o denunciante.