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Fim do vestibular e redução da jornada de trabalho; conheça as propostas de Rui Costa Pimenta para a Presidência da República

Candidatura do PCO conta com Antônio Carlos como vice na chapa e um plano de governo baseado na valorização do trabalhador

Rui Costa Pimenta (PCO) - Fotos: Reprodução/Internet

Redução da jornada de trabalho, aumento do salário mínimo, fim do vestibular e fim dos privilégios militares, essas são algumas das propostas que compõem o plano de governo do candidato à Presidência da República Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária. Acompanhado do vice, Antônio Carlos, Pimenta possui um plano de governo completamente voltado à valorização do trabalhador.

Conheça as propostas de Rui Costa Pimenta para presidência:


Trabalho, salários e economia


Reposição integral de 100% das perdas salariais com aumento emergencial de 50% de todos os salários;
Escala móvel dos salários, diante da escalada da inflação;
Bolsa família no valor de um salário mínimo;
Anulação de todas as dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro;
Redução da jornada de trabalho para no máximo 7 horas por dias, com 5 dias pose semana;
Proibição das demissões, com ocupação e controle dos trabalhadores sobre empresas que demitem ou ameaçam fechar;
Salário-desemprego igual ao último salário recebido;
Proibição de despejos e cortes de serviços essenciais para os desempregados;
Passe livre nos transportes para desempregados e trabalhadores da economia informal;
Cancelamento da reforma trabalhista;
Aposentadoria em no máximo 25 anos de trabalho para as mulheres e 30 anos para os homens;
Fim dos privilégios de oficiais militares, juízes e familiares;
Impostos sobre as grandes fortunas;
Cancelamento de todas as privatizações;
Nacionalização e estatização, sem indenização, de todas as reservas minerais;
Redução imediata do preço dos combustíveis;
Fim do teto de gastos e da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Educação


Verbas públicas apenas para o ensino público;
Revogação de todas as reformas do regime golpista contra educação;
Piso salarial nacional dos professores, de pelo menos, R$ 8,5 mil
Fim dos vestibulares, livre ingresso nas universidades;
Fim da proibição do uso de celulares nas escolas;
Estatização do ensino pago;
Jornada de trabalho dos professores de no máximo 30h semanais.

Saúde


Verbas públicas apenas para a saúde pública;
Plano de emergência para construção de hospitais e postos de saúde em todo o país;
Volta do programa Mais Médicos e validação imediata de todos os diplomas médicos brasileiros e estrangeiros residentes;
Abertura imediata de centenas de cursos de medicina e enfermagem sem vestibular nas universidades públicas;
Piso salarial de R$ 8 mil para os profissionais de saúde.