» Polícia
Confusão na UPA de Jaraguá resulta na detenção de quatro pessoas
Paciente insatisfeita tentou agredir médica com guarda-chuva devido à demora no atendimento
Na noite desta quarta-feira (10/7), agentes de proximidade do programa Ronda no Bairro detiveram quatro pessoas após uma briga generalizada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jaraguá, em Maceió.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a confusão ocorreu devido à suposta demora no atendimento e envolveu uma médica plantonista, uma paciente, um acompanhante e um segurança da unidade de saúde. A paciente, insatisfeita, tentou agredir a médica com um guarda-chuva.
“Fomos acionados pelo Copom [Centro de Operações da Polícia Militar] para uma ocorrência de confusão generalizada com vias de fato na UPA de Jaraguá. Lá chegando, constatamos a situação, que aconteceu envolvendo quatro pessoas. A paciente, alegando demora no atendimento, alterou-se e tentou agredir a médica com um guarda-chuva. Por sua vez, a profissional fechou a porta do consultório, buscando livrar-se da agressão. Quando se deram conta da briga, o acompanhante dela também entrou na discussão, quando o segurança tentou contornar a situação e isso resultou em mais alteração por parte da autora, que não gostou da atitude dele”, relatou o sargento Cícero, que comandava a guarnição que atendeu a ocorrência.
Também conforme o BO, a médica explicou na Central de Flagrantes que estava atendendo pacientes com maior urgência (fichas amarelas), enquanto a autora da tentativa de agressão tinha sido classificada como menos urgente (fichas verdes) após a triagem.
"A paciente estava impaciente e exigia ser atendida imediatamente. A médica tentou explicar que havia outros pacientes com maior prioridade. A situação se agravou quando a paciente foi chamada para ser atendida, mas não estava presente no momento, pois estava em outro consultório com seu filho. Ao retornar, exigiu novamente atendimento imediato e, frustrada, tentou agredir a médica com um guarda-chuva," detalha o Boletim de Ocorrência.
Na Central de Flagrantes, no Tabuleiro do Martins, após todos serem ouvidos, a vítima optou por não representar contra sua agressora e todos foram liberados pela autoridade policial.
*Com Assessoria
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