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Mulher em situação de rua confessa ter matado, comido coração e órgão sexual de vítima em Peruíbe
Caso chocante de canibalismo ocorreu na sexta-feira (7/3); suspeita e companheiro foram presos, e polícia busca terceiro envolvido
Um crime chocante abalou a cidade de Peruíbe, no litoral paulista, na sexta-feira (7/3). Josefa Lima de Sousa, de 65 anos, moradora em situação de rua conhecida como "Gringa" ou "Cigana", confessou à Polícia Civil ter matado Celso Marques Ferreira, 60, também em situação de rua, e comido partes do corpo da vítima, incluindo o coração e o órgão sexual. O corpo de Celso foi encontrado no bairro Beira Mar com o pescoço degolado, o tórax aberto e a região íntima decepada, além de perfurações de faca no peito e ombro.
Josefa e seu companheiro, Robson Aparecido de Oliveira, 41, foram presos em flagrante. A polícia também busca um terceiro suspeito, identificado como Rodrigo Aparecido Anselmo Freire, conhecido como "Negão", além de investigar outras três pessoas em situação de rua que podem estar envolvidas no caso.
Detalhes macabros do crime e motivação
Ao lado do corpo da vítima, foi encontrado um bilhete com a frase “estuprador pega Gringa”. Josefa afirmou em depoimento que “soube” de supostas acusações contra Celso, alegando que ele teria cometido estupros de crianças. Ela também disse que a própria vítima admitiu “merecer morrer”. Com uma faca improvisada, Josefa matou Celso, arrancou-lhe o coração e o pênis, assou os órgãos e os consumiu, conforme confessou à polícia.
O crime ocorreu por volta das 2h da madrugada. Robson, companheiro de Josefa, negou participação no assassinato, mas testemunhas relataram que ele havia ameaçado a vítima uma semana antes do crime. A polícia investiga se houve participação de outras pessoas no homicídio e no ato de canibalismo.
Investigação e prisões
A Polícia Civil de Peruíbe conduz as investigações sob a coordenação dos delegados Ricardo Wagner Zaitune e Ricardo Marinho. Josefa e Robson foram presos em flagrante por homicídio qualificado, com o agravante de meio cruel. O terceiro suspeito, Rodrigo Aparecido, ainda não foi localizado.
O caso chocou a comunidade local e levantou discussões sobre a vulnerabilidade de pessoas em situação de rua, além da necessidade de políticas públicas para lidar com questões como o uso abusivo de álcool e drogas, que, segundo Josefa, a levaram a viver nas ruas.
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