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Jovem de 18 anos é acusado de dopar, agredir e estuprar colega no agreste alagoano

Vítima apresenta sequelas neurológicas e transtornos psicológicos após crime; MPAL pede prisão preventiva

Jovem seria da cidade de Coité do Nóia - Fotos: Reprodução

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) solicitou, nesta terça-feira (1º), a prisão preventiva de um jovem de 18 anos, suspeito de dopar, agredir e estuprar uma colega de sala em uma chácara no Agreste alagoano. O caso, investigado pela Promotoria de Justiça de Taquarana, foi denunciado como estupro de vulnerável, e o pedido de prisão aguarda análise judicial.

▶ Como ocorreu o crime?

Segundo a denúncia do MPAL, os fatos aconteceram em uma propriedade da família do acusado. Após consumirem bebidas alcoólicas, o suspeito teria:

- Dopado a vítima com substâncias psicoativas (prometazina, diazepam, haloperidol e outras);

- Praticado relações sexuais sem consentimento;

- Impedido que a jovem saísse do local.

Exames toxicológicos e perícia policial confirmaram a violência sexual e o uso de drogas para facilitar o crime.

▶ Quais as sequelas da vítima?


Um laudo médico da Secretaria de Saúde de Craíbas, anexado ao processo, revela que a jovem sofre graves consequências:

- Sequelas neurológicas e motoras;

- Estresse pós-traumático;

- Síndrome do pânico, ansiedade e depressão;

- Atrasos cognitivos devido à violência sofrida.

▶ Qual a situação do processo?


- As investigações já foram concluídas pelo MPAL;

- A Promotoria de Taquarana pediu a prisão preventiva do acusado;

- O caso está sob análise do Tribunal de Justiça de Alagoas.