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Irã acusa Israel de "declaração de guerra" após ataques aéreos e promete retaliação
Ataque israelense mata comandantes militares e cientistas nucleares; Teerã lança drones e ameaça EUA
O Oriente Médio enfrenta sua mais grave escalada de tensões em anos após um massivo ataque aéreo israelense contra instalações militares e nucleares iranianas na madrugada desta sexta-feira (13). O governo iraniano classificou a ação como uma "declaração de guerra" e prometeu vingança, enquanto Israel justificou a operação como necessária para frear o programa nuclear de Teerã.
O ataque israelense bombardeou dezenas de alvos no Irã, incluindo a usina nuclear de Natanz e matou dois altos comandantes (Hossein Salami, da Guarda Revolucionária, e Mohammad Bagheri, das Forças Armadas) e dois cientistas nucleares. Netanyahu afirmou que os ataques continuarão "por quantos dias forem necessários".
Em resposta, o Irã lançou 100 drones contra Israel, segundo fontes israelenses. O aiatolá Khamenei prometeu "um destino amargo" a Israel e acusou os EUA de cumplicidade. O governo iraniano enviou carta à ONU exigindo ação do Conselho de Segurança.
O governo dos Estados Unidos participação direta, mas confirmou ter sido informado previamente. Marco Rubio (secretário de Estado) alertou o Irã para não atacar tropas americanas.
Israel alega que o Irã está perto de desenvolver armas atômicas. Existe o risco de uma guerra regional, as ameaças de ambos os lados podem levar a conflito aberto. O Conselho de Segurança da ONY deve se reunir para debater a crise.
Com informações do G1
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