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“Lista suja” do trabalho escravo é atualizada com empregadores em 21 estados

Cadastro do Ministério do Trabalho inclui 169 novos nomes e pode ser consultado online pela população

“Lista suja” do trabalho escravo - Fotos: Divulgação

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou na segunda-feira (6/4) a “lista suja” do trabalho escravo, que reúne empregadores flagrados em condições análogas à escravidão.

A nova versão inclui 169 empregadores e está disponível para consulta no site oficial do MTE, com informações detalhadas sobre os casos e atividades.

Os nomes permanecem publicados por dois anos e a inclusão ocorre após processo administrativo, garantindo direito à defesa.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Sistema Ipê, plataforma oficial de combate ao trabalho escravo no país.

Os casos estão distribuídos nos seguintes estados:

  • Minas Gerais (35);
  • São Paulo (20);
  • Bahia (17);
  • Paraíba (17);
  • Pernambuco (13);
  • Goiás (10);
  • Mato Grosso do Sul (10);
  • Rio Grande do Sul (9);
  • Mato Grosso (7);
  • Paraná (6);
  • Pará (5);
  • Santa Catarina (4);
  • Maranhão (4);
  • Acre (2);
  • Distrito Federal (2);
  • Espírito Santo (2);
  • Rio de Janeiro (2);
  • Amazonas (1);
  • Ceará (1);
  • Rondônia (1);
  • Sergipe (1).