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Sindicato denuncia superlotação e cobra medidas urgentes na Maternidade Santa Mônica

Entidade alerta para riscos à segurança de pacientes e profissionais de saúde

Sindicato denuncia superlotação na Maternidade Santa Mônica - Fotos: Reprodução

O Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed/AL) denunciou a situação de superlotação na Maternidade Escola Santa Mônica, após a circulação de imagens que mostram pacientes em condições precárias.

Segundo a entidade, a falta de leitos e a estrutura inadequada comprometem normas básicas de biossegurança, elevando o risco de infecções hospitalares e dificultando o atendimento adequado.

O sindicato também apontou ausência de isolamento para casos suspeitos de doenças infectocontagiosas, o que agrava ainda mais o cenário dentro da unidade de saúde.

Diante da situação, o Sinmed/AL cobrou providências urgentes das autoridades para garantir segurança e dignidade no atendimento prestado à população.

Confira a nota do Sinmed/AL na íntegra:

"Recebemos com profunda preocupação estas imagens alarmantes da Maternidade Escola Santa Mônica (MESM). O cenário de superlotação que se desenha nos corredores coloca em risco a vida de pacientes e profissionais de saúde, evidenciando uma falha grave na gestão e na garantia de condições adequadas de atendimento.

As imagens mostram a ausência de leitos e a precariedade do ambiente, o que viola as normas básicas de biossegurança e eleva o risco de infecções hospitalares. A falta de isolamento para pacientes com suspeita de doenças infectocontagiosas é uma bomba-relógio que precisa ser desativada imediatamente.

O Sinmed/AL, como voz da categoria médica, não pode se calar diante dessa situação inadmissível. Exigimos das autoridades de saúde providências urgentes para sanar a superlotação e garantir a segurança e a dignidade de quem busca atendimento na Santa Mônica. Não podemos aceitar o “improviso” como padrão na saúde pública."